Tag Archives: Cultura pop japonesa

Anime Festival Party 2013 em Belo Horizonte

28 Maio

Nos dias 17 e 18 de maio aconteceu na capital mineira o Anime Festival Party e pela primeira vez consegui ir a um animecontro que não seja o Anime Friends, em São Paulo, ou no sul do país, o que faz aumentar meu conhecimento sobre esse cenário de cultura pop no país.  

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Fãs e cultura pop japonesa na Intercom 2012

31 Jul

Desde o ano passado venho relacionando os artigos sobre fãs e cultura pop japonesa na Intercom (veja aqui). Este ano não é diferente. E comparando, de lá pra cá, a quantidade de artigos de ambos temas parece manter uma certa média. Ou seja, está constante. Veja abaixo a relação dos artigos:

 

Sobre fãs

Estudo sobre Fãs de Telenovela Brasileira e sua representação modelar em “Cheias de charme” – Silvia TORREGLOSSA e Adriano Miranda Vasconcellos de JESUS

 

Mediadores de Ficção Seriada Televisiva: O Universo dos Fãs no Circuito de Produção, Apropriação e Construção de Significado – Mariana FLORITO

 

Novas formas de comunicação sonora na cultura da convergência: os podcasts produzidos por fãs na narrativa transmídia – Adriana Corrêa Silva PORTO

 

A criação de comunidades online de fãs: um estudo da série britânica “Doctor Who” – Thaís de Auxílio

 

Haters gonna hate: como funciona o sistema de disputas entre fãs e antifãs da banda Restart – Camila Franco Monteiro

 

A Majestade do Fandom: a Cultura e a Identidade dos Fãs – Andressa SOUZA e Helena MARTINS

 

 

Sobre cultura pop japonesa

Breve Percurso da Produção Televisual Japonesa: desafios e soluções – Misaki TANAKA e Beatriz Santos SAMARA

 

Desenho animado japonês: histórico e características – Priscila Kalinke da SILVA e Fátima Maria NEVES

 

A Influência da Cultura Pop Japonesa nas Colunas Zona Otaku (Diário Do Nordeste) e J-Pop (O Povo) – Cleidinaldia Maia Rodrigues e Joana D’arc Dutra

 

A divulgação cultura pop japonesa em redes sociais na internet – Natália Marques Cavalcante de Oliveira e José Riverson Araújo Cysne Rios

 

E, por último, um artigo sobre o mundo nerd que, como sabemos, se relaciona muito com esse universo de fã e pop japonês. 


De vergonha a orgulho: Consumo, capital simbólico e a ressignificação midiática da cultura nerd – Patrícia MATOS

 

A Intercom acontece em setembro deste ano em Fortaleza. Mais informações aqui.

RPG, otakus e demais nerdismos em Viçosa

21 Mar

Uma das coisas que tem me surpreendido aqui em Viçosa/MG é a quantidade grande de fãs da cultura pop japonesa, além da presença da própria cultura japonesa na cidade (que é pequena, tem em torno de 72 mil habitantes). Mesmo com um problema sério de internet (de sinal/abrangência e de velocidade), nerds e otakus são comuns na cidade (e nas minhas aulas, o que adoro!). 

Enfim, no último final de semana (17 e 18 de março), aconteceu o XVII Encontro de RPG de Viçosa,  na Biblioteca da Universidade Federal de Viçosa. Além do Role Playing Game, o evento contou com exibições de animês, concurso cosplay, oficinas de mangá e origami. Foi muito bacana poder ver a manifestação do pop nipônico por aqui! A baixo seguem algumas imagens que consegui registrar do evento, público e cosplayers. Quem tiver interesse, tem mais fotos no Flickr do blog.

Fãs e cultura pop japonesa na Intercom 2011

17 Ago

Este ano me chamou a atenção o volume de artigos sobre fãs e cultura pop japonesa na Intercom, congresso de Comunicação que acontece em Recife, de 2 a 6 de setembro.

Ontem relacionei no blog Bibliografia de pesquisas sobre fãs e fandoms os trabalhos sobre fãs, além de relacionados ao mundo pop, geek e nerd, então confira a lista aqui.

A seguir os trabalhos envolvendo cultura pop japonesa:

Ficção televisual japonesa de longa duração: um pouco de tudo, mas diferente de todos

MISAKI TANAKA (UFPB)

Entre os programas televisuais do Japão, há um ficcional de duas horas de duração, que tem as mulheres casadas com idade acima de 40 anos como público primário, considerado uma das marcas das produções televisuais daquele pais. Este trabalho destaca alguns aspectos que se repetem em todos os programas desse gênero, como o esquema básico e o uso dos planos, apontando as suas características e diferenciais em relação a outros ficcionais. (DIA 6 | 9h – 10h45 | Local: Bloco G4 | Sala 002)

Produção independente e reprodução subalterna de mangá na cibercultura

Tatiane Hirata (UFMT), Yuji Gushiken (UFMT)

As histórias em quadrinhos japonesas – chamadas de mangás – e sua contraparte independente, chamada de doujinshi, possuem, além da circulação oficial em forma de revistas impressas ou conteúdo digital pago, uma circulação digital e não licenciada engendrada pelos próprios fãs. Reunidos sob a prática do scanlation (digitalização e tradução), os fãs espalhados pelo mundo reinventam os processos de re-produção, circulação e consumo de mangá neste período marcado pelos processos de convergência midiática e demandas por formas sempre renovadas de rituais de sociabilidade no anonimato urbano. Relata ainda os modos como no capitalismo a produção de valor simbólico tende a torna-se produção de valor econômico na medida em que práticas midiáticas ditas ilegais tornam-se normativamente em trabalho. Este artigo se constitui na perspectiva dos estudos da comunicação como ciência da cultura. (DIA 6 | 9h – 12h | Local: Bloco G | Sala 509)

Mangá, anime e violência: o bullying e a cultura pop japonesa.  

Fernando Rizzaro de Almeida (ICICT Fiocruz)

O objetivo deste trabalho é analisar a violência contra crianças e adolescentes, em especial sob a forma de bullying e a possível relação existente entre violência e o consumo de produtos da cultura pop japonesa. Na primeira seção, é feita a definição de violência sob diversos prismas, em especial Etienne Krug (representando a OMS) e Anthony Arblaster. A segunda seção abarca a definição de mangá e anime segundo Cristiane Sato e Scott McCloud, suas características e relação com violência. A terceira, e última, seção discute as implicações da cultura pop japonesa na sociedade hodierna. (DIA 6 | 9h – 12h | Local: Bloco G | Sala 607)

Mangá: Moderna Tradição da Comunicação por Imagens

Taís Marie Ueta (UFMT), Yuji Gushiken (UFMT)

O mangá (quadrinhos japoneses) é um dos produtos da cultura pop japonesa mais difundidos e consumidos entre jovens e adultos, particularmente ao final do século XX, para além das fronteiras japonesas. Neste artigo, narra-se a trajetória do mangá para atingir o status de fenômeno global. Em seguida, pontua-se a caracterização visual do mangá, que evoca uma já histórica dimensão imagética dos processos comunicacionais na cultura japonesa, o que inclui a tradição da escrita. Também é abordada a hipótese de como o sucesso dos quadrinhos japoneses tem relações diretas com a demanda por imagens característica da contemporaneidade. O artigo é escrito na perspectiva teórica da comunicação como ciência da cultura. (DIA 6 | 14h – 18h | Local: Bloco G | Sala 509)

Na Intercom Júnior, infelizmente, não são disponibilizados os resumos:

Os fãs e os Doramas: a cultura participativa no processo de difusão e colaboração no ciberespaço

Andreza Jackson de VASCONCELOS (Universidade Federal do Pará)

(4 de setembro | 9h – 12h | BLOCO B – SALA 503)

Uma análise das estratégias comunicacionais utilizadas durante o jogo “Pokémon”

Irina Coelho MONTE (Universidade Federal do Piauí)

(6 de setembro | 9h – 12h | BLOCO B – SALA 503)

O seguinte, apesar de não ser especificamente sobre, traz em seu título referência à cultura pop japonesa:

Olha a roupa de pokebola da Fátima Bernardes: significações do figurino telejornalístico através dos comentários do twitter

Agda Patrícia Pontes de Aquino (UFPB)

Este trabalho busca na rede social twitter uma forma de observar a nova relação disposta entre os espectadores e os conteúdos televisuais, em especial o telejornal. Comentários e apontamentos que antes poderiam ficar restritos ao ambiente familiar, individual ou de grupos específicos, agora passam a ser difundidos e massificados, além de colaborarem com a movimentação de públicos que transitam entre a Internet e a televisão convencional. O figurino dos apresentadores do Jornal Nacional, da Rede Globo, serve de ilustração para colaborar no entendimento do novo papel que os jornalistas de TV assumem na sociedade contemporânea. Através dos comentários do twitter identificamos a multiplicidade de significações que o público pode produzir com relação a esses conteúdos imagéticos, além de apontar para um novo entendimento do papel do figurino na composição da imagem do profissional de TV. (DIA 6 | 9h – 12h | Local: Bloco G | Sala 509)

A lista completa dos trabalhos pode ser acessada aqui.

Agora é esperar disponibilizarem os artigos para que possamos lê-los! 

O maior otaku da América

1 Mar

O que esperar de um programa cujo objetivo é encontrar o maior otaku dos Estados Unidos? Bem, a minha impressão inicial pode ser definida por duas expressões: “lá vem m$#&*” e “vergonha alheia”.

Entretanto, após assistir o primeiro episódio de America’s Greatest Otaku minha impressão inicial foi pro lixo! E estou na expectativa de assistir o próximo!

O programa iniciou na última quinta, 24/02, e contará com 8 episódios ao todo. A cada semana o fundador e CEO da editora norteamericana de mangás TOKYOPOP, Stu Levy, junto com seis acadêmicos, que se autoproclamam otakus, viajam pelos EUA em busca do fã supremo de cultura pop japonesa. No caminho, vão passando por lugares e eventos relacionados ao universo pop, os chamados otaku spot. Ao final, o vencedor irá ganhar uma viagem ao Japão.

Stu Levy e sua equipe "otaku six".

No primeiro episódio conhecemos a equipe de Levy, intitulada de otaku six, além de quatro concorrentes ao posto de maior otaku da América. Através do otaku factor conhecemos os pontos fortes de cada participante. Inicialmente, pensei que iria aparecer aqueles otakus mais estereotipados possíveis, como adolescentes reclusos, que mal sabem falar diante da câmera. Mas a maioria é adulta, trabalha na área ou próxima do universo pop e, apesar de algumas coleções e hobbies assustarem um pouquinho, os concorrentes não contribuem para uma má imagem do otaku. Pelo menos foi o que achei nesse primeiro.

Os quatro selecionados no primeiro episódio para concorrerem ao título de maior otaku.

Neste ônibus Levy e sua equipe percorrem os EUA atrás do otaku-mor americano.

Os locais visitados em seis dias são o Anime Expo, o maid café Royal T , o show da Erina Mano, o Yoshiki Foundation Event (com show do X Japan) em Los Angeles; o hotel Tomo!, o Cartoon Art Museum e o Three Rings, em São Francisco. Esses lugares são lindos e dá muita vontade de conhecê-los. E uma das primeiras coisas que percebemos é de como há eventos e lugares para ir relacionados ao pop japonês. Se for comparar com o Brasil… No site é possível ver onde ficam esses lugares através de mapa e assistir um pequeno trecho da parte em que foram apresentados no vídeo.

Uma das suítes do Tomo! Hotel.

Gostei também da edição e da identidade visual do programa, ambas bem trabalhadas, fugindo um pouco do convencional (mas nem tanto) e com um ritmo bom. No final, por exemplo, os otaku six e Levy fazem comentários do que rolou no programa, como as impressões que tiveram dos entrevistados e locais visitados. É algo rápido e ficou muito bacana.

Aparição da banda X Japan no programa.

Definitivamente é um programa que recomendo não só para quem faz parte desse universo, mas para quem quer saber mais, conhecê-lo. Apesar de ter algumas coisas que não me agradaram, como a rápida e superficial explicação do que é ser otaku, o programa tem tudo pra ser uma boa referência para a cultura pop, principalmente nos Estados Unidos.

 

Shinobi Spirit Matsuri Edition

10 Nov

Neste final de semana acontece o Shinobi Spirit Matsuri Edition 2, em Curitiba. O ingresso antecipado é 10 reais, na hora, 15.

> Confira os detalhes do evento no site clicando aqui, ou siga no twitter, aqui <

Além da programação usual de eventos de cultura pop japonesa, o Shinobi Spirit vai sortear 5 ingressos para o show da Pitty que ocorre no dia 10 de dezembro no Curitiba Master Hall.

O papel do cachê na valorização das bandas de j-music no Brasil

8 Nov

O “Mundo de Giovana” tem o prazer de trazer a primeira colaboração feita para o blog, num texto polêmico do músico Tiago Chevalier sobre a situação das bandas covers no cenário de j-music no país.  Esperamos que você aprecie e deixe seu comentário ao final! Boa leitura! ^^

***

Olá pessoal. Aqui quem vos fala é Tiago Chevalier. Para quem não me conhece, sou vocalista da banda de j-music Ryokan. E é justamente sobre j-music que venho conversar com todos, graças ao intermédio desse blog.

Primeiramente, acredito que os eventos de cultura japonesa (favor não confundir com eventos de animê, pois se fossem, não teríamos nem 50% do que vemos nos eventos, mas isso é papo para outro post) estão cada vez mais se profissionalizando e buscando se tornar algo sério. Basta observar com atenção: não vemos mais eventos completamente amadores. Todos, em seu próprio ritmo, estão buscando melhorar para continuar existindo nesse “mercado”. O tempo passou e os freqüentadores dos eventos passam a exigir cada vez mais atrações de qualidade, muitas vezes não se importando em pagar um ingresso com preço um pouco mais “salgado”.

Mas, o que isso tem a ver com a situação da j-music? Como membro de banda desse meio, posso garantir que a direção das bandas de j-music é justamente a oposta do rumo que o cenário está tomando: ainda vejo inúmeras bandas que pagam para tocar nos eventos, ou simplesmente, vão ao evento fornecer seu suor e trabalho de graça. Acho uma piada de muito mal gosto as bandas que simplesmente se “prostituem” no cenário, sem objetivo algum. E prostituição é uma palavra totalmente adequada para ilustrar a situação.

Claro, existem exceções. Para uma banda iniciante é complicado pedir cachê (mesmo as que têm material, porque já dizia o sábio: quem sabe faz ao vivo). Mas, com exceção disso, as outras bandas DEVEM SIM pedir cachê para tocar nos eventos (tá certo que existem bandas tão ruins que realmente deveriam pagar para tocar, hehe).

Quando você abdica de cachê para tocar e se submete a tocar de graça, você não está simplesmente desvalorizando por completo o seu esforço e o da sua banda: você está desvalorizando todo um cenário que precisa e merece ser fortalecido. Porque, se você não se leva a serio o suficiente para pedir cachê, existem bandas que estão a fim de mostrar um trabalho de qualidade, e sua atitude apenas prejudica o processo.

Não quero entrar em detalhes, mas acredito piamente que apenas bandas fracas tecnicamente aceitam tocar nos eventos de graça. Quem é bom, treina e tem apreço pelo que faz, e não aceita fazerem pouco de seu trabalho, conquistado com muita luta.

Sejamos sinceros: bandas têm custos. Muitos. Não é fácil manter uma banda, isso levando em conta apenas os fatores econômicos, sem contar conciliar diversos membros para definição de repertório, ensaios e etc. Então, porque estaria errado uma banda cobrar para tocar? O público realmente acha que o “cachê” vai direto para o bolso do músico? Não vai. No final, na melhor das hipóteses fica tudo no chamado zero a zero.

Todas as outras atrações não vêm de graça, então por que uma banda seria diferente? Cada vez mais os organizadores lucram com os eventos, então por que não ceder uma parcela ínfima desse valor para quem ajudou a fazer o evento? Não é nenhuma blasfêmia, é uma questão de consciência. Bem ou mal, uma banda está lá prestando um serviço, como qualquer outra atração nos eventos e merece a mesma consideração.

Além dos eventos que as bandas pagam para tocar, existem os eventos onde é necessário montar uma caravana para ir. Parece até uma piada.  Acompanhem comigo os fatos: além da banda ter que pagar a própria viagem para o evento, onde a banda está prestando seu trabalho, ainda tem que encher o saco (essa é a palavra mesmo) dos amigos e conhecidos para irem juntos e tornar menos inviável a ida. É até difícil acreditar que exista nos dias de hoje tamanha exploração.

Podem até me dizer: Mas existem eventos de “fã para fã”. Desculpa, mas não acredito nisso. Duvido que mesmo nesses eventos lendários, o organizador não ganha NADA no final do dia.

Então na próxima vez que aparecer uma situação no qual a sua banda toque de graça, saiba dizer não. Não fomente ainda mais essa situação lamentável. São atitudes como essa que fazem o cenário ainda ser visto como amador e ridicularizado em frente a outros cenários: porque a própria banda não se valoriza. Se a própria banda não se valoriza, quem vai valorizar? Os organizadores precisam saber dar a atenção devida às bandas, e não é tocando de graça que isso vai acontecer.

Agora, se o diferencial da sua banda perante as outras é tocar de graça, então, minhas mais profundas lamentações, pois a sua banda é uma total perda de tempo. Faça um favor a todos e procure outra coisa para fazer.

 

Avisos

31 Out

O blog anda meio parado ultimamente devido aos trabalhos de fim de semestre: a Vivian com seu o TCC e eu com a qualificação da dissertação. Estamos correndo para cumprir os prazos pra final de novembro/começo de dezembro. Por isso as postagens serão num fluxo um pouco menor do que o normal nos próximos dois meses.

Mas este não é o único aviso: estamos no Rio de Janeiro para apresentar nossos trabalhos no IV Simpósio Nacional da ABCiber, evento voltado para a cibercultura, comunicação digital. A Vivian, eu e a Neliffer (minha colega do mestrado) iremos compor a mesa temática “Moda, música e identidade na cultura pop japonesa no Brasil”, na terça-feia (02/11), das 9 às 11 horas.

Resumo da mesa temática:

A cultura pop japonesa faz parte do cotidiano de muitas pessoas. Bens culturais do Japão chegam aos brasileiros de diferentes formas. A proposta desta mesa temática é apresentar algumas das manifestações dessa(s) subcultura(s) urbana(s) hoje presentes em boa parte do mundo ocidental, de forma a levantar algumas reflexões a cerca da circulação desses conteúdos, assim como a suas implicações dentro da sociedade. Portanto, será abordado: a questão da identidade do brasileiro a partir do consumo de estereótipos japoneses presentes em animês e mangás; o processo comunicacional entre moda e games através da personificação e construção identitária do cosplay; a circulação e consumo da j-music no país a partir do engajamento de fãs, tanto para a criação e manutenção de webrádios, como na criação de bandas covers.

O trabalho completo pode ser lido aqui.

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