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Eventos literários em julho/16

1 Jul

02 de julho – Lançamento do livro: O Despertar do Lírios, de Babi A. Sette

O encontro acontece na livraria Cultura do shopping Bourbon Country, às 15 horas.

A autora estará presente e haverá sorteio de muitos brindes legais, como os da foto abaixo.

Quem quiser mais informações, é só acessar a página do evento em:

https://www.facebook.com/events/618820224937352/?ti=icl

23 de julho – Sacudindo a Literatura: vamos falar de thrillers? 

Informações: https://www.facebook.com/events/234854976895659/?ti=icl

(Assim que voltar de viagem eu escrevo melhor essa agenda, mas o aviso está dado para ninguém ficar desinformado e já ir se programando!)

Eventos literários em junho|16

13 Jun

Bom, como alguns me pediram, vou começar a divulgar aqui no blog os encontros envolvendo livros, autores, editoras e afins desse mundo literário que estão acontecendo aqui em Porto Alegre. Não estranhe se alguns são mais voltados à cultura pop, e você só conhecia pelo filme, porque é mais comum do que parece.

Este mês, junho, já aconteceram alguns, como o encontro sobre o autor David Levithan e o Mochilão da Record, mas ainda dá tempo pra ir em outros, para quem se interessar:

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Mochilão Record 2016 – PoA

9 Jun

No último domingo, 5 de junho, aconteceu na livraria Cultura do shopping Bourbon Country, em Porto Alegre, o Mochilão Record. O evento que acontece em várias capitais do Brasil tem esse nome, pois os organizadores pedem para levar mochila porque os participantes ganham muitos livros de brinde, além dos sorteios e descontos acontecendo na livraria com os títulos da editora. Eu só ganhei o que está na foto abaixo, mas muitos saíram de lá com mais livros e duas sortudas ganharam “cheque-livros” no valor de 250 reais cada.

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Anime Festival Party 2013 em Belo Horizonte

28 Maio

Nos dias 17 e 18 de maio aconteceu na capital mineira o Anime Festival Party e pela primeira vez consegui ir a um animecontro que não seja o Anime Friends, em São Paulo, ou no sul do país, o que faz aumentar meu conhecimento sobre esse cenário de cultura pop no país.  

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Semana do Audiovisual em Viçosa

7 Ago

Durante esta semana está acontecendo em Viçosa a Semana do Audiovisual (SEDA). A iniciativa é do Coletivo 103, formado por universitários que pretendem fomentar a cultura na cidade. Neste evento, o foco está no audiovisual, embora a proposta a longo prazo é de trabalhar com mais frentes, como a música e a literatura (confira aqui).

A programação conta com oficinas, mesas de debates, apresentações de teatro e música,  além é claro, de exibições de filmes de ficção e documentários. Na segunda de manhã, iniciei a programação ministrando a oficina “Introdução ao documentário” e foi muito bom ver pessoas de diferentes áreas, como geografia e arquitetura, se mostrarem a fim de cinema. A discussão foi muito boa! Também fico feliz, em poder ver a produção dos alunos de Jornalismo da UFV terem espaço para exibir seus trabalhos, que muitas vezes ficam engavetados, independentemente da qualidade. 

Para quem não sabia da SEDA, não tem problema, pois ainda tem muita coisa acontecendo até o sábado. A programação completa pode ser acessada aqui. Aproveite!

CineCom – cinema para todos

31 Maio

Se você gosta de assistir filmes no telão, sem faltar uma pipoca (claro!), a partir de agora já pode reservar um domingo por mês em 2012.

O CineCom, realizado pelo Departamento de Comunicação da UFV com apoio cultural do SICOOB UFVCredi, traz a Viçosa/MG filmes de diferentes gêneros uma vez por mês, sempre aos domingos e de graça.  O projeto inicia neste final de semana sua primeira sessão com “Casablanca”. 

Dirigido por Michael Curtis e protagonizado por Ingrid Bergman e Humphrey Bogart, “Casablanca” é um clássico do cinema norte-americano premiado com vários oscars. Sua importância e apelo são tantos que em 16 de maio de 2012, em comemoração aos seus 70 anos, o Facebook realizou sua primeira exibição coletiva ao transmiti-lo ao vivo, apenas nos Estados Unidos.

Para você que ainda não assistiu esse filme ou quer revê-lo, venha para o gramado das 4 pilastras da UFV com seus amigos e familiares. Nós damos a pipoca, você traz seu banquinho! 

RPG, otakus e demais nerdismos em Viçosa

21 Mar

Uma das coisas que tem me surpreendido aqui em Viçosa/MG é a quantidade grande de fãs da cultura pop japonesa, além da presença da própria cultura japonesa na cidade (que é pequena, tem em torno de 72 mil habitantes). Mesmo com um problema sério de internet (de sinal/abrangência e de velocidade), nerds e otakus são comuns na cidade (e nas minhas aulas, o que adoro!). 

Enfim, no último final de semana (17 e 18 de março), aconteceu o XVII Encontro de RPG de Viçosa,  na Biblioteca da Universidade Federal de Viçosa. Além do Role Playing Game, o evento contou com exibições de animês, concurso cosplay, oficinas de mangá e origami. Foi muito bacana poder ver a manifestação do pop nipônico por aqui! A baixo seguem algumas imagens que consegui registrar do evento, público e cosplayers. Quem tiver interesse, tem mais fotos no Flickr do blog.

O digital e a tecnologia no 2º dia de Jornada Nacional de Literatura

25 Ago

 De fato, foi nesta terça-feira que iniciou a Jornada, já que começaram as mesas de debates, conferências e demais discussões a cerca da Literatura envolvendo as questões do tema deste ano (linguagem, redes e mídia). Neste dia, teve destaque o papel das tecnologias, principalmente do computador e da internet.

A seguir, confira um resumo das principais falas do dia.

Debate: “Literatura e arte na era dos bits”

Peter Hunt

Abordou como a Literatura vem sofrendo mudanças, principalmente em sua forma e alertou para a necessidade de mudar o jeito como compreendemos uma história, pois cada vez mais ela deixa de ser linear para ser contada em pedaços, em diferentes plataformas. Exemplificou com o livro Crepúsculo o qual, na edição em língua inglesa, apresenta ao final propagandas do DVD, o álbum da trilha sonora do filme, sites… Enfim, me lembrei muito em sua fala da questão da transmídia, que conheço pelo Henry Jenkins, mas em nenhum momento ele usou este ou outro termo mais específico.

 Mauricio de Sousa

Contou como planejou desde o começo de sua carreira atuar em diferentes setores (impresso, audiovisual e até parques temáticos). Para isto, estudou como funcionava o mercado norte-americano de HQs antes de iniciar tal empreitada. E ainda salientou que demorou, mas está conseguindo, estando na metade do caminho ainda! Hoje seu estúdio possui uma demanda mundial e conta com cerca de 200 artistas. O que mais chama a atenção dos editores estrangeiros é a “filosofia de seus personagens” (não consumistas, voltados para a família, camaradagem e ética).

Mas, ao contrário do que muitos pensam, não é a Mônica que mais vende no exterior e sim, Ronaldinho Gaúcho. Inclusive, Mauricio comentou que o personagem possui expressões típicas do Rio Grande do Sul, como o “Bah”, que não são traduzidas (por não haver similares) e estão espalhando pelo mundo (32 línguas para ser exata) esses gauchismos. Enquanto isso, no Brasil, a Turma da Mônica Jovem teve tiragem de 500 mil exemplares na edição em que Mônica e Cebolinha começam a namorar.

O quadrinista também comentou que por 20 anos seu desejo era fazer livros, mas que somente com a editora atual, a Panini, isto foi possível. Nos últimos 3 anos acumulou 174 publicações e mais estão pra vir. Revelou em primeira mão na Jornada uma parceria com Ziraldo. No twitter, Sidney Gusman explicou melhor: “a Melhoramentos lançará na Bienal um livro escrito pelo Ziraldo e desenhado por ele. E em 2012, trocam-se os papéis: Ziraldo ilustra um livro escrito por @mauriciodesousa. Baita projeto, hein?”. Além disso, cogita a possibilidade de fazer uma versão da Turma adulta, porém com histórias acontecendo de forma cronológica, isto é, envelhecendo com os leitores.

 Giselle Beiguelman

Trouxe para a discussão o QR code, no que ela descreve como algo para o leitor em trânsito e destaca como hoje somos desafiados a ler enquanto fazemos outras coisas e a presença de uma geração acostumada a distribuir a sua atenção.

Apresentou esse vídeo sobre o possível futuro (em 2014) da evolução das telas em nosso cotidiano:

 

Marcia Tiburi

Sem ser demasiadamente pessimista em relação às tecnologias, tampouco otimista, advertiu para cautela e convidou à adesão de uma “ética do passo atrás”, numa valorização da imaginação e sonhos.

Pensar sobre a existência é algo que a atrai, portanto, pensar o que é a vida digital, lhe rendeu algumas respostas: A vida vira informação e esquece a formação. Vira bits e se se esquece dos átomos. Vive-se da simulação, não mais da verossimilhança. É um mundo em que vamos perdendo a conexão com o próprio corpo. E tudo parece se resolver nas pontas dos dedos.

Sobre arte, citou como o conceito é antigo e difícil de aplicar, sendo por vezes usado num sentido estético ou/e político. Para ela, prefere falar sobre o “mundo das coisas” ao invés de “artes”, sendo algo que desperta nossa percepção (contrário à distração).

Ao fim do debate, o Grupo de Teatro De Pernas Pro Ar conduziu os participantes da lona principal até a praça de alimentação e apresentou o "Cortejo espetáculo: banda circense".

Conferência com Pierre Lévy

 Com o tema “Horizontes do conhecimento na era digital”, Lévy apresentou seu projeto metalinguístico, denominado pelo próprio como utópico.

Na mídia digital ainda usamos sistemas de escrita das mídias estáticas, portanto, para Lévy novas formas de escrita devem surgir desse meio. Assim, propõe a IEML (Information Economy Metalanguage) planejada “para explorar todos os recursos de memória e de cálculo do meio digital para o benefício da pesquisa em ciências humanas. […] a IEML pode servir como uma metalinguagem para a categorização dos dados, a hipertextualização automática dos dados categorizados, o arranjo de informações em circuitos semânticos e o cálculo automático de vias e distâncias entre os itens de informação […] Ler em IEML significa realizar análises comparativas automatizadas de estruturas semânticas e extrair informação sobre os fluxos canalizados por essas estruturas” (citação retirada do jornal O Mundo da Leitura, entregue junto ao material da Jornada, originária do livro “The Semantic Sphere: computation, cognition and information economy”, 2011).

Começa a Jornada Nacional de Literatura em Passo Fundo

23 Ago

Começou nesta segunda-feira à noite, a 14ª Jornada Nacional de Literatura, com o tema “Leitura entre nós: redes, linguagens e mídias”.

A Jornada completa 30 anos em 2011, sendo realizada a cada dois anos em Passo Fundo/RS. A cidade, inclusive, recebe o título de capital nacional da literatura devido ao evento.

Em sua primeira noite, o espetáculo de abertura ficou por conta da Intrépida Trupe, com um número acrobático, seguido da apresentação da música tema da Jornada, “Sagração da Palavra” (vale a pena ler a letra aqui!), por Humberto Gessinger (vocalista da banda Engenheiros do Hawaii), escrita pelo próprio juntamente com Paulo Becker. Além, é claro, dos vários discursos das várias pessoas importantes para o evento e demais premiações (procure a imprensa oficial para mais detalhes!).

Humberto Gessinger canta música-tema da Jornada.

Esta é a quarta Jornada em que participo, incluindo aí uma pré-Jornada (feita junto às escolas da cidade) e em uma delas trabalhei, como estagiária, na rádio-poste do evento (fazendo entrevistas, colocando música, avisando das crianças perdidas…). Como não é novidade para mim, tenho edições anteriores para comparar.

Espetáculo de abertura da Intrépida Trupe.

O que me surpreendeu de cara foi a abertura bem fraquinha, “pobrezinha” mesmo. Lembro dos espetáculos anteriores cheios de brilhos e emoções, que faziam a plateia ficar de pé aplaudindo junto. As acrobacias no ar da Trupe eram legais, os profissionais estão de parabéns pela performance, mas faltou mais ousadia e até mesmo um figurino mais digno de um evento que se vende como o principal da Literatura na América Latina (algo noticiado toda hora, mas que tenho minhas sinceras dúvidas). A apresentação valeria para um intervalo entre atrações, mas para abertura, não estava tudo aquilo. Foi preciso entrar o Gessinger para dar uma animada e salvar o show. Mas também não durou muito, afinal a música é curta.

Exposição sobre almanaques no estande do Sesc na Feira do Livro. O legal é que é possível manusear alguns exemplares.

Além disso, o circo da cultura (uma lona de circo mesmo, onde ocorrem as atrações principais) estava cheio de goteiras; a feira do livro tinha muito mais estandes de empresas diversas do que de livros de fato; e havia outros problemas devido à falta de organização (e até de respeito para com os participantes) na entrega de crachás e saída das pessoas.

Espaço da Turma da Mônica na feira do Livro onde as crianças podem brincar.

Mas, enfim, foi o primeiro dia, ou melhor, noite, e o que importa são as discussões que virão pela frente. Estas espero que sejam bem instigantes!

Participantes tiveram que esperar (num frio de 9ºC!) a liberação (de quem não sei!) para poder ir embora. No tédio, as garotas e garoto (esq.) ainda posaram para esta foto.

(Todas as fotos podem ser visualizadas em melhor qualidade aqui)

6º Making Of da FAC/UPF

25 Abr

Como ex-aluna de Jornalismo da UPF fui convidada para o Making Of deste ano para relatar um pouco da minha experiência no mestrado e sobre a minha pesquisa (fãs e a prática de scanlation). Será nesta quarta-feira de manhã, após palestra do meu orientador, o prof. Dr. Francisco Menezes Martins. A entrada é gratuita, portanto quem tiver interesse e estiver em Passo Fundo não pode perder!! ;P 


Confira mais informações retiradas do site da UPF:

 Jornalismo e mídias digitais são temas do Making Of 2011

Sexta edição do evento ocorrerá entre os dias 26 e 28 de abril no auditório da pós-graduação de Agronomia, prédio G4, no Campus I da UPF

A Faculdade de Artes e Comunicação (FAC) da UPF inicia nesta terça-feira a sexta edição do Making Of. O evento, já tradicional no calendário acadêmico, traz para debate os temas jornalismo e mídias digitais. As atividades acontecem no Auditório da Pós-graduação em Agronomia, prédio G4, no Campus I da UPF e se estendem até o dia 28. A entrada nas palestras é gratuita.

Profissionais de jornalismo e pesquisadores da área de cibercultura abordarão aspectos ligados à comunicação no mundo digital e suas influências no cotidiano, tanto do público em geral quanto de profissionais da área. As palestras que acontecem pela manhã se repetirão durante as noites. A programação inicia a partir das 8h30 e das 19h30 respectivamente. As inscrições podem ser realizadas pelo site da UPF no link Eventos e cursos (www.upf.br/eventos).

Programação

Na terça-feira (26), pela manhã, a palestra de abertura será de Valéria Marcondes, jornalista graduada pela UPF em 2004 e com mestrado e doutorado em Comunicação pela PUCRS, estudiosa da relação das tecnologias da informação e da comunicação no jornalismo e nos processos democráticos. Além de atuar como docente, Valéria tem experiência em assessoria de comunicação, pesquisa acadêmica e de mercado e jornalismo político. Na sequência, as ex-alunas Fernanda da Costa e Bruna Todescato trazem relatos de experiência profissional. A programação será repetida à noite.

A conferência de quarta-feira (27) será do professor Francisco Eduardo Menezes Martins, graduado em jornalismo pela PUCRS e doutor em Comunicação pela Universidade Complutense de Madri, além de pesquisador do mestrado e doutorado em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná. Menezes é autor dos livros “Além da Cibercultura”, “Impressões Digitais – comunicação, cibercultura e pensamento contemporâneo”, “Digital Demasiado Digital” e “Aurora Digital”, e pesquisador da área, além de atuar como repórter especial do Grupo RBS e correspondente internacional do jornal mexicano El Mundo del Siglo XXI na Espanha. Desde o início do ano faz parte do quadro de professores da FAC no curso de jornalismo. Também haverá o relato de experiência de Giovana Carlos, ex-aluna UPF.

No último dia do evento, na quinta-feira (28), acontece a palestra do professor Adriano Canabarro Teixeira, graduado em Ciência da Computação, com mestrado em Educação na UPF e pós-doutor na área de Ensino a Distância (EaD) na UFRGS, também pesquisador da área de cibercultura e inclusão digital. Na sequência, haverá relatos de experiência com Os Armênios.

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