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Anime Festival Party 2013 em Belo Horizonte

28 Maio

Nos dias 17 e 18 de maio aconteceu na capital mineira o Anime Festival Party e pela primeira vez consegui ir a um animecontro que não seja o Anime Friends, em São Paulo, ou no sul do país, o que faz aumentar meu conhecimento sobre esse cenário de cultura pop no país.  

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Dos usos do “bah” (ou como a expressão gaúcha serve pra tudo!)

26 Maio

Há mais de 3 meses morando em terra mineira, repleta de pessoas de São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro e outros estados, volta e meia surgem algumas diferenças regionais, principalmente na fala. Como gaúcha, já vivi algumas situações, no mínimo cômicas, como quando, por exemplo, falei em uma sala de aula repleta de alunos que não aguentava mais ter que ficar chamando a atenção e dar “mijada” no pessoal. Só mais tarde, em uma conversa, fui descobrir que por aqui não se usa esse sinônimo de “esporro” e que os alunos estavam entendendo num sentido literal a tal “mijada”! Algo, no mínimo, bizarro!

Um outro exemplo, menos polêmico, mas um tanto curioso, é a expressão gaúcha “bah”.  Sou verdadeira adepta da palavra e volta e meia solto um bah. Porque vamos combinar, é a expressão mais natural possível, pois é só abrir a boca e o som do “ahh” já sai! Mas o pessoal acha engraçado, e acaba querendo zoar com isso. Numa dessas, alguns ficaram um longo tempo só falando bah e eu falei brincando que estavam pegando o jeito da coisa, que o bah se usa pra tudo mesmo. Eles ficaram me olhando, como quem não entende direito, e me lembrei daquele comercial da cerveja Polar no qual dois amigos dialogam, se assim podemos dizer, usando apenas essa expressão. Como prometido, aí vai o vídeo pra aqueles que não entendem o nosso “bah”!

 

 

Quando fui procurar esse vídeo do bah, também achei esses outros comerciais da mesma cerveja que tem como tema deixar bem marcado o que é “ser gaúcho” (pois a Polar é do RS), além das diferenças do sul com outros estados. Apesar de achar muito forçado alguns aspectos (critico essa coisa bairrista do gaúcho), os vídeos são engraçadíssimos!

 

 

 

 

 

 

E não, esse post não foi uma forma de divulgar esta ou qualquer outra cerveja, pois eu não bebo e nem gosto deste tipo de bebida!!

Ano novo, vida nova?!

20 Mar

O blog esteve beeemmm parado nos últimos meses. Com a escrita da dissertação pro mestrado, acabei deixando-o de lado. Depois que terminei minha pesquisa, resolvi dar um descanso pra cabeça, e de novo o blog ficou de lado. Não bastasse tudo isso, minha vida deu uma grande guinada no momento em que passei no concurso para professor substituto no curso de Jornalismo da Universidade Federal de Viçosa.  Isso me deixou super animada e estou amando (a UFV, meus alunos, as aulas)! Mas, ser professora demanda um tempo enorme, muito mais do que imaginava…

Então, aqui estou eu, não mais no Rio Grande do Sul, mas agora em Minas Gerais. Foi tudo muito rápido e ainda estou em modo de  mudança. Com o tempo tudo retornará à normalidade (ou quase!). Espero nos próximos meses dar uma boa alimentada neste blog, que mesmo parado tem recebido muitas visitas. Como ainda não tenho internet em casa (e em Viçosa a internet é uma questão bem chata), talvez ainda demore um pouquinho, mas estamos chegando lá! 😉

 

Um dia você aprende…

7 Set

Há tempos não lia/ouvia esse texto. Mas, há alguns dias fui a uma formatura de graduação e um dos professores, em seu discurso, a trouxe de volta à minha mente. Como oradora, eu havia utilizado o mesmo texto, com alguns cortes, para a minha formatura de 2º grau, chamando alguns amigos para intercalar a leitura. Quase 10 anos se passaram e, mais do que nunca, essas palavras continuam fazendo sentido. Só podia ser William Shakespeare!  

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto… plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!”

(Fonte: http://pensador.uol.com.br/autor/william_shakespeare/9/)

 

Construções

5 Jul

A paisagem urbana é complexa. No corre-corre do dia, muitas vezes não percebemos atentamente todos os detalhes presentes. Porém, nos acostumamos com imagens e sons e até nos guiamos por eles.

Junto aos prédios, calçadas e demais construções vamos vivendo e construindo uma memória afetiva junto a essa paisagem. Mas, nem sempre ela é preservada, cuidada.

Em nome do desenvolvimento e da evolução, não raro o antigo é desfeito, desconstruído. Some e dá lugar a um novo, “mais moderno”.

Em “Construções” essas questões são levantadas através de imagens e relatos de antigos moradores de Passo Fundo/RS. A cidade com mais de 150 anos, é repleta de exemplos para se pensar na conservação, principalmente, no que diz respeito ao patrimônio histórico cultural

O documentário foi realizado por Alecsander Portilio, Giovana S. Carlos, Mateus Barato, Natália Bohrer e Rafael Trindade, sob orientação do Prof. Luciano Miranda, na faculdade de Jornalismo da Universidade de Passo Fundo, em 2007.

Coelhomania

2 Jul

Desde criança sonho em ter um coelho. O que me fez ter esse desejo não sei, talvez inúmeros desenhos com mascotes tenham me influenciado. Amo animais, mas os orelhudos são especiais! Mini Lop é a raça que gosto mais. Considerado o mais inteligente, é fiel e apegado ao seu dono, chegando a ficar, aproximadamente, com 30 cm de altura. O preço varia de 70 a 150 reais. A responsabilidade da criação me faz esperar. Divertidos, saltitantes e muito fofos esses bichinhos conquistam as pessoas. 

 

 

 

 

 

Com a fama de “coelho da páscoa”, há diversos vídeos mostrando tanto a fofura quanto os dark(s) side(s) desses peludos. Separei os melhores:

Coelho prático:

 

Coelho atleta:

 

Coelho maneiro:

 

Coelho saltitante:

 

Mesmo assim não perde a fofura:

 

Imagine ganhar um desses:

 

Tenha medo:

 

Em sua versão country:

 

Fazendo um rock’n’roll:

 

Numa batalha de Rap:

 

Num comercial com o Darth Vader:

 

Bizarro:

 

 

Um lugar para sonhar

21 Fev

A cidade é cinzenta, com traços decadentes de um passado centenário, uma colonização europeia. É mal cuidada, cada vez mais suja e populosa. Seus 150 anos não a tornaram cosmopolita. Caminhar por Passo Fundo não é muito agradável. O que fazer aqui?

Cansada desse cenário, enquanto estou de férias no RS, sinto saudades de SC. Então, resolvi fazer um vídeo com ensaios fotográficos que tenho de Balneário Camboriú. São imagens da praia. A minha visão dela.

Muitos a chamam de paraíso, porém essa é uma cidade em que realidade e ilusão convivem numa harmonia simulada. Criada em 1964, a sétima cidade em desenvolvimento no Brasil, abriga moradores de diversos estados e outros países. A diferença é uma marca local.

A orla da praia se divide em três partes, a região sul, a central e a norte, onde o mar se mescla ao esgoto… as fotos são desses lugares. Há algumas, com uma visão mais geral, de um heliporto em frente ao meu prédio e outra da minha sacada.

Lindo lugar pra se conhecer:

Avisos

31 Out

O blog anda meio parado ultimamente devido aos trabalhos de fim de semestre: a Vivian com seu o TCC e eu com a qualificação da dissertação. Estamos correndo para cumprir os prazos pra final de novembro/começo de dezembro. Por isso as postagens serão num fluxo um pouco menor do que o normal nos próximos dois meses.

Mas este não é o único aviso: estamos no Rio de Janeiro para apresentar nossos trabalhos no IV Simpósio Nacional da ABCiber, evento voltado para a cibercultura, comunicação digital. A Vivian, eu e a Neliffer (minha colega do mestrado) iremos compor a mesa temática “Moda, música e identidade na cultura pop japonesa no Brasil”, na terça-feia (02/11), das 9 às 11 horas.

Resumo da mesa temática:

A cultura pop japonesa faz parte do cotidiano de muitas pessoas. Bens culturais do Japão chegam aos brasileiros de diferentes formas. A proposta desta mesa temática é apresentar algumas das manifestações dessa(s) subcultura(s) urbana(s) hoje presentes em boa parte do mundo ocidental, de forma a levantar algumas reflexões a cerca da circulação desses conteúdos, assim como a suas implicações dentro da sociedade. Portanto, será abordado: a questão da identidade do brasileiro a partir do consumo de estereótipos japoneses presentes em animês e mangás; o processo comunicacional entre moda e games através da personificação e construção identitária do cosplay; a circulação e consumo da j-music no país a partir do engajamento de fãs, tanto para a criação e manutenção de webrádios, como na criação de bandas covers.

O trabalho completo pode ser lido aqui.

Vai um bolinho de bacalhau aí?

15 Out

Uma visita pela Marejada 2010

Em Santa Catarina acontecem em outubro festas temáticas durante várias semanas. Anteriormente postei sobre a minha ida à Oktoberfest deste ano.

Hoje é sobre a Marejada, em Itajaí, visitada na segunda-feira, 11/10.

A Marejada, que está em sua 24ª edição, é a maior festa portuguesa e do pescado do Brasil. As atrações são apresentações folclóricas, bandas temáticas, feira de artesanato e demais produtos, shows gerais (como do Luan Santana) e, claro, diversos pratos e petiscos da culinária portuguesa.

Talvez em comparação com a Oktoberfest, pode parecer um evento um pouco menor, afinal não há tantos pavilhões e nem lojas/casas conforme a arquitetura portuguesa, mas me pareceu ter mais elementos culturais, no caso português, do que a festa alemã (que serve muito mais como uma desculpa pra encher a cara de chope na minha opinião! O que não há nada de mal, mas…). Estou falando de conteúdo mesmo, porque no visual realmente não fica nítida minha constatação.

Não há na Marejada cosplayers, ou seja, o público não vai vestido conforme a indumentária folclórica portuguesa, com exceção dos dançarinos e músicos que irão se apresentar nos diversos palcos do evento.

Nossa mãe com as 'portuguesas'. (foto by Vivian)

Atrás do palco, aguardando a apresentação. (foto by Vivian)

Os pratos típicos são muitos: de petiscos de peixe e camarão (seja em porções, em espetinhos, pastéis…) até refeições mais elaboradas com frutos do mar. Por isso, há espaços separados para cada alimento como, por exemplo, a Casa do Bacalhau. E não poderia faltar um bom vinho para acompanhar os alimentos. Nós comemos muito bolinhos de bacalhau. Estavam ótimos, tanto que nem lembrei de tirar foto!

Casa do Bacalhau

Show midiático: foi ligarem a câmera e logo as vendedoras começaram a representar gritando o nome dos petiscos.

Na feira de artesanato pude ver uma senhora fazendo renda de bilros. Ela me contou que leva cerca de dois dias para fazer uma peça pequena, já uma toalha de mesa rende um mês de trabalho (e custa 500 reais!).

Há também um parque de diversões lá. Devido ao dia que fomos, véspera do dia das crianças, comemoramos adiantadamente! Eu e a Vivian voltamos com vários prêmios pequenos, como chaveiros e bola, pra casa adquiridos nos tiro ao alvo, pescaria e outros…

Nós (tentando) e nosso pai (quem realmente sabia mirar, atirar e ACERTAR!).

Mas, o mais curioso de tudo e que não poderia deixar de comentar foi um fato muito relevante que me faz dar à Marejada um #epicwin, em contraposição ao #fail que dei à Oktoberfest: estava eu lá lendo as placas de preço/produto para escolher o que iria comer e de repente me deparo com uma que vendia, advinha? CUCA ALEMÃ!! Sim, não encontrei na “maior festa alemã das Américas” o doce, mas estava lá na festa portuguesa!

Show da noite: Jeito Moleque.

Enfim, a Marejada é um evento mais tranquilo, para assistir as apresentações folclóricas, comer delícias de pratos de peixes e frutos do mar, além de poder ver e comprar produtos artesanais. Em contrapartida, acredito que os shows de grupos gerais, desligados ao tema português, são a parte mais festa/bebedeira, mas acontecem num espaço mais reservado. Quem puder conferir, vale a pena!

***

Mais fotos – e as do post podem ser melhor visualizadas – em: http://www.flickr.com/photos/giovanacarlos/sets/72157625046241629/

 

Não tem cuca?!

12 Out

Um passeio pela Oktoberfest 2010

No último domingo (10/10/10!) fui com meus pais na Oktoberfest em Blumenau, Santa Catarina. Ok, fui com a família, o que já caracteriza uma outra Oktoberfest. E não dá pra negar: Oktoberfest = muita bebida + dança. Mas, de qualquer forma dá pra tirar uma ideia de como é…

Prometendo ser a maior festa de cultura germânica das Américas, bem na verdade, o principal é o chope e as bandas temáticas. Pra quem espera ver coisas mais específicas da cultura alemã, vai se decepcionar. As lojas da vila germânica vendem basicamente camisetas, canecas, chapéus e demais adereços relacionados à festa. Tudo bem, há alguns produtos interessantes e alguns pratos típicos, mas nada que valha a pena sair de muito longe (ou gastar muito) para ver.

O legal mesmo é ir com um grupo grande, que vá fazer festa. E, de preferência, ficar em alguma cidade de praia pra aproveitar mais.

Petisco alemão: linguiça, frango, coração de galinha, salame, salsicha... (já tínhamos comido metade quando tirei a foto!)

Vale ressaltar que, apesar de ter um evento desses, não há sinalização específica dentro da cidade de como chegar até o local (levamos um tempão pra nos acharmos!), somente algumas bandeiras com o nome e logo do evento pelo centro. Algumas poucas placas indicando a vila germânica não dão conta do recado.

Há um parque de diversão com brinquedos mais infantis e outros mais emocionantes como o Kamikaze.

Mas o que me chamou mais a atenção de tudo foram os cosplayers, quer dizer, o pessoal vestido ‘tipicamente de alemão’. Os que não estavam totalmente vestidos conforme a fantasia, digo, ‘vestuário germânico’, usavam pelo menos aquele chapéu da oktober ou tiara de flores.

Havia também alguns chapéus mais temáticos, como na forma de chope. E claro, não podia faltar a caneca pendurada no corpo. Aliás, até aqui em Balneário Camboriú tem algumas pessoas circulando ‘a la oktober fashion’.

Com todo esse contexto de roupas e acessórios, é possível fazer uma correlação bem interessante com os eventos de cultura pop japonesa, aonde os que não vão de cosplay de personagem, vestem pelo menos uma toquinha, tiara com orelhas de gato e demais. A diferença está no pessoal do pop nipônico saber que é tudo ficção e proveniente da mídia… Espero!

No Wasabi Show, evento de cultura pop japonesa de Florianópolis, surgiu este cosplayer vestido 'a la Oktoberfest', em fevereiro deste ano.

Ao final, antes de ir embora me lembrei de procurar por cuca alemã pra comer e levar pra casa! Não achando em nenhum lugar, fui num guichê onde se compram as fichas pra comida/bebida. Perguntei pra atendente: “onde tem cuca pra comprar aqui?”, ela me olhou, soltou um “cuca?”, no que eu respondi “é! Cuca alemã! Não tem?!”, ela virou pra colega do lado, “a gente tem isso aqui? Cuca?”, ambas nitidamente dando a impressão de que pedi algo fora do comum pro lugar, no que concluíram, “não, não tem”. Como se diz no twitter: #oktoberfest #fail!

Só digo que eu ainda estou chocada com o fato de uma festa alemã NÃO TER cuca alemã!! Como é que pode? Até nas festas italianas lá no Rio Grande do Sul tem! Por que numa festa germânica não? Tsc, tsc, tsc…

E, claro, não podia faltar um elemento nerd nessa visita!

***

P.S.: A minha irmã veio me alertar para explicar o que é cuca, pois não é muito comum fora do sul do país. To chocada! Se você não conhece, não sabe o que perde!! Huahuahuahauhuhu!! A explicação dada é de que seria um bolo/pão doce, mas acho bem complicado isso, pois o sabor é único. Cuca é cuca! E tem de farofa, banana, goiaba, amendoim, pêssego, abacaxi, uva, morango….

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