Começa a Jornada Nacional de Literatura em Passo Fundo

23 Ago

Começou nesta segunda-feira à noite, a 14ª Jornada Nacional de Literatura, com o tema “Leitura entre nós: redes, linguagens e mídias”.

A Jornada completa 30 anos em 2011, sendo realizada a cada dois anos em Passo Fundo/RS. A cidade, inclusive, recebe o título de capital nacional da literatura devido ao evento.

Em sua primeira noite, o espetáculo de abertura ficou por conta da Intrépida Trupe, com um número acrobático, seguido da apresentação da música tema da Jornada, “Sagração da Palavra” (vale a pena ler a letra aqui!), por Humberto Gessinger (vocalista da banda Engenheiros do Hawaii), escrita pelo próprio juntamente com Paulo Becker. Além, é claro, dos vários discursos das várias pessoas importantes para o evento e demais premiações (procure a imprensa oficial para mais detalhes!).

Humberto Gessinger canta música-tema da Jornada.

Esta é a quarta Jornada em que participo, incluindo aí uma pré-Jornada (feita junto às escolas da cidade) e em uma delas trabalhei, como estagiária, na rádio-poste do evento (fazendo entrevistas, colocando música, avisando das crianças perdidas…). Como não é novidade para mim, tenho edições anteriores para comparar.

Espetáculo de abertura da Intrépida Trupe.

O que me surpreendeu de cara foi a abertura bem fraquinha, “pobrezinha” mesmo. Lembro dos espetáculos anteriores cheios de brilhos e emoções, que faziam a plateia ficar de pé aplaudindo junto. As acrobacias no ar da Trupe eram legais, os profissionais estão de parabéns pela performance, mas faltou mais ousadia e até mesmo um figurino mais digno de um evento que se vende como o principal da Literatura na América Latina (algo noticiado toda hora, mas que tenho minhas sinceras dúvidas). A apresentação valeria para um intervalo entre atrações, mas para abertura, não estava tudo aquilo. Foi preciso entrar o Gessinger para dar uma animada e salvar o show. Mas também não durou muito, afinal a música é curta.

Exposição sobre almanaques no estande do Sesc na Feira do Livro. O legal é que é possível manusear alguns exemplares.

Além disso, o circo da cultura (uma lona de circo mesmo, onde ocorrem as atrações principais) estava cheio de goteiras; a feira do livro tinha muito mais estandes de empresas diversas do que de livros de fato; e havia outros problemas devido à falta de organização (e até de respeito para com os participantes) na entrega de crachás e saída das pessoas.

Espaço da Turma da Mônica na feira do Livro onde as crianças podem brincar.

Mas, enfim, foi o primeiro dia, ou melhor, noite, e o que importa são as discussões que virão pela frente. Estas espero que sejam bem instigantes!

Participantes tiveram que esperar (num frio de 9ºC!) a liberação (de quem não sei!) para poder ir embora. No tédio, as garotas e garoto (esq.) ainda posaram para esta foto.

(Todas as fotos podem ser visualizadas em melhor qualidade aqui)

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